31.10.11
29.10.11
Fantasporto vai homenagear Mike Hodges
Responsável por filmes como Get Carter, The Terminal Man, Flash Gordon, Morons from Outer Space e Black Rainbow, com o qual foi o grande vencedor do Fantasporto 1990), vai ser novamente galardoado pelo Festival, agora como o Prémio Carreira.A homenagem terá lugar durante a próxima edição do festival – que acontece entre os dias 20 de Fevereiro a 4 de Março.
Mais informações em breve. – Rui Baptista
Trailers: The Secret World of Arrietty

É o um dos mais recentes trabalhos dos Estúdios Ghibli. Dirigido por Kari-gurashi no Arietti, conta com argumento de Hayao Miyazaki e Keiko Niwa – adaptado do romance da escritora britânica Mary Norton, The Borrowers.
Trailers: The Pirates! Band of Misfits (2)
28.10.11
Dog Mendonça e Pizzaboy II - Book Tour
À semelhança do que fizeram anteriormente, Filipe Melo, Juan Cavia e Santiago Villa vão percorrer o país para apresentarem as novas aventuras Dog Mendonça e Pizzaboy. Registem nas vossas agendas.1 de Novembro
16.00 LANÇAMENTO OFICIAL FESTIVAL BD AMADORA 2011 Fórum Luís de Camões
17.00-19.00 AUTOGRAFOS - BD AMADORA - Filipe Melo, Juan Cavia, Santiago Villa
20.00 LANÇAMENTO TERTÚLIA DE BD DE LISBOA - Parque Mayer
23.00 LANÇAMENTO SHORTCUTZ - Bicaense, Lisboa
2 Novembro
22.00 LANÇAMENTO SHORTCUTZ PORTO - Hardclub
3 Novembro
18.30 LANÇAMENTO FNAC CHIADO - Lisboa
4 Novembro
18.00 FNAC STA CATARINA - Porto
19.30 MUNDO FANTASMA www.mundofantasma.com - Porto
5 Novembro
15.00 BERTRAND CALDAS DA RAÍNHA
6 Novembro
15.00 SESSÃO DE AUTÓGRAFOS - DOG VOL. 2 e DOG DARKHORSE - FESTIVAL DA AMADORA
16.00 LANÇAMENTO "DOG NA DARKHORSE" FESTIVAL DE BD AMADORA
17.00-19.00 SESSÃO DE AUTÓGRAFOS - FESTIVAL BD AMADORA
9 Novembro
18.30 DR. KARTOON Coimbra http://www.drkartoon.com/
21.30 FNAC Coimbra
10 de Novembro
10.00 GUIMARÃES - Aula aberta de BD com João Lameiras
26.10.11
Crítica: Dragões de Éter - Caçadores de Bruxa

Título original: Dragões de Éter - Caçadores de Bruxa (2009)
Autor: Raphael Draccon
Revisão: Cristina Pereira
Editora: Livros d’Hoje (2011)
Raphael Draccon, escritor brasileiro tido como referência no género fantástico no seu País natal, escreveu o primeiro volume da trilogia Dragões de Éter quando tinha 22 anos.
Com base nos contos infantis, Draccon decidiu explorar o que acontece depois da história. Que é feito de Capuchinho Vermelho depois de ser salva pelo caçador? João e Maria ficaram com alguma mazelas depois de terem fugido da casa de doces? Que fizeram os sete anões depois de Branca de Neve encontrar o seu príncipe? As princesas conseguem realmente beijar sapos? O crocodilo alguma vez apanhou o Capitão Gancho? Todas as fadas são boas e todas as bruxas más?
Dragões de Éter apresenta um mundo que só é possível existir graças à capacidade de acreditar e à imaginação. Nele, os heróis e vilões de diferentes raças lutam pelas suas crenças e objetivos, sob a Lei das Fadas. Contudo, um dia algumas fadas foram tentadas e caíram em Nova Éter. Revoltadas, começaram a desenvolver a magia negra e a fazer as mais terríveis atrocidades. Foi desta forma que apareceram as terríveis bruxas dos contos.
O leitor acompanha a demanda de algumas personagens que já lhe são bem conhecidas, mas num registo diferente. A utilização de elementos familiares revela ser a grande força desta obra. Afinal, quem nunca se perguntou o que acontece depois do tradicional final feliz? Draccon mostra que existem mais aventuras, dilemas e perigos, afinal, a felicidade não é assim tão simples.
As personagens podem ser inseridas dentro de certos estereótipos. Assim, temos o Rei justo e amado, o príncipe herdeiro inteligente e nobre, o príncipe mais novo audaz e perspicaz, a rapariga de origens modestas corajosa e honesta, a criança alegre e forte, o jovem apaixonado mas incapaz de demonstrar os seus sentimentos assim como o vilão cruel e frio. Contudo, existem momentos que o leitor chega a duvidar destas características, através de reflexões provocadas pelo autor. Todavia, as conclusões acabam por não se afastar dos arquétipos previamente construídos, pois o mau continua a ser tido como cruel e as ações do bom acabam por ser justificadas, o que acaba por não trazer nada de novo.
O autor apostou na construção de um narrador heterodiegético, dotado de personalidade mas não pertencente à trama. Este estabelece uma conversa com o leitor que, desta forma, sugere uma aproximação dinâmica à leitura. Contudo, este é um risco que nem sempre tem sucesso, uma vez que existem momentos na narrativa que surge como um intruso que não deixa o natural desenrolar dos acontecimentos, podendo tornar-se maçador e cansativo.
A trama surge com momentos aliciantes e com outros mais maçadores, que parecem não ter qualquer desenvolvimento, o que abranda o ritmo da leitura. Deste modo, não se trata de um livro coerente, mas sim como muitos altos e baixos. Caçadores de Bruxas é uma leitura agradável, mas que prometia ser algo mais. É indicada a quem se interessa pelos populares contos e que goste de conhecer finais alternativos. – Cláudia Sérgio
Do mesmo autor:
Espíritos de Gelo
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Com base nos contos infantis, Draccon decidiu explorar o que acontece depois da história. Que é feito de Capuchinho Vermelho depois de ser salva pelo caçador? João e Maria ficaram com alguma mazelas depois de terem fugido da casa de doces? Que fizeram os sete anões depois de Branca de Neve encontrar o seu príncipe? As princesas conseguem realmente beijar sapos? O crocodilo alguma vez apanhou o Capitão Gancho? Todas as fadas são boas e todas as bruxas más?
Dragões de Éter apresenta um mundo que só é possível existir graças à capacidade de acreditar e à imaginação. Nele, os heróis e vilões de diferentes raças lutam pelas suas crenças e objetivos, sob a Lei das Fadas. Contudo, um dia algumas fadas foram tentadas e caíram em Nova Éter. Revoltadas, começaram a desenvolver a magia negra e a fazer as mais terríveis atrocidades. Foi desta forma que apareceram as terríveis bruxas dos contos.
O leitor acompanha a demanda de algumas personagens que já lhe são bem conhecidas, mas num registo diferente. A utilização de elementos familiares revela ser a grande força desta obra. Afinal, quem nunca se perguntou o que acontece depois do tradicional final feliz? Draccon mostra que existem mais aventuras, dilemas e perigos, afinal, a felicidade não é assim tão simples.
As personagens podem ser inseridas dentro de certos estereótipos. Assim, temos o Rei justo e amado, o príncipe herdeiro inteligente e nobre, o príncipe mais novo audaz e perspicaz, a rapariga de origens modestas corajosa e honesta, a criança alegre e forte, o jovem apaixonado mas incapaz de demonstrar os seus sentimentos assim como o vilão cruel e frio. Contudo, existem momentos que o leitor chega a duvidar destas características, através de reflexões provocadas pelo autor. Todavia, as conclusões acabam por não se afastar dos arquétipos previamente construídos, pois o mau continua a ser tido como cruel e as ações do bom acabam por ser justificadas, o que acaba por não trazer nada de novo.
O autor apostou na construção de um narrador heterodiegético, dotado de personalidade mas não pertencente à trama. Este estabelece uma conversa com o leitor que, desta forma, sugere uma aproximação dinâmica à leitura. Contudo, este é um risco que nem sempre tem sucesso, uma vez que existem momentos na narrativa que surge como um intruso que não deixa o natural desenrolar dos acontecimentos, podendo tornar-se maçador e cansativo.
A trama surge com momentos aliciantes e com outros mais maçadores, que parecem não ter qualquer desenvolvimento, o que abranda o ritmo da leitura. Deste modo, não se trata de um livro coerente, mas sim como muitos altos e baixos. Caçadores de Bruxas é uma leitura agradável, mas que prometia ser algo mais. É indicada a quem se interessa pelos populares contos e que goste de conhecer finais alternativos. – Cláudia Sérgio
Do mesmo autor:
Espíritos de Gelo
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25.10.11
Crítica: A passagem – Volumes I e II

Título original: The Passage (2010)
Autor: Justin Cronin
Tradução: Miguel Romeira
Editora: Editorial Presença (2011)
A Passagem é um interessante livro pós-apocalíptico, escrito pelo renomado e premiado autor norte-americano Justin Cronin. Apesar de existirem mais duas obras escritas pelo mesmo, apenas esta, A Passagem, possui uma tradução portuguesa. O que é uma grande falta, já que esta obra mostra que o autor sabe criar uma trama complexa e cheia de reviravoltas, onde o leitor ficará preso por dias a tentar chegar ao final da história. É quase impossível parar de ler a partir do momento em que se começa.
Basicamente, A Passagem está dividida em duas partes centrais: o antes e o depois do vírus. O tempo da obra é passado alguns anos à nossa frente, o que nos permite perceber um mundo ainda mais complicado e cheio de problemas que o nosso actual. Neste contexto, Justin Cronin começa por explorar a temática do poder do exército e de como esta instituição está pronta para alcançar os seus objectivos, sem nem ao menos importar-se verdadeiramente com as consequências.
Um vírus, parte vampírico e parte monstruoso, é então desenvolvido para transformar pessoas comuns em poderosas máquinas de guerra. Um facto que acaba por se mostrar erróneo e que gera consequências catastróficas para os EUA. Depois que há, nesta primeira parte, uma exposição dos momentos finais da humanidade antes que os conhecidos “virais” tomem conta dos territórios ao espalhar o terror e a morte.
A segunda parte nos induz um pouco de esperança, ao desenvolver as vidas e as escolhas de um punhado de pessoas corajosas, cuja única esperança de salvação reside numa pequena menina e na liderança de um alma valente.
Esta segunda parte mostra como os humanos acabaram por se reorganizar em pequenas comunidades, onde os recursos são escassos e as luzes nocturnas são a única forma de protecção contra um inimigo poderoso e mortal. Poucos são os humanos sobreviventes, por isso eles lutam até o fim para sobreviverem num mundo mergulhado no caos.
Apesar da narrativa da obra ser de primeira qualidade, talvez este tema esteja um pouco batido. Mesmo antes, já existiram outras obras sobre um vírus mortal capaz de transformar algumas pessoas em criaturas sobre-humanas, enquanto a outra grande parte simplesmente morre sob as garras da morte criada pelo homem. Para aqueles que gostam de cinema, talvez o início da construção da história nos faça lembrar um pouco do filme Eu sou a Lenda ou mesmo outros.
Porém, apesar de algumas semelhanças com outras obras do género, nada disso tira o brilho de A Passagem. É uma excelente história que é contada para nos fazer sentir como se fôssemos mesmo parte de algo inimaginável. O leitor acabará por sentir ódio dos homens do exército, assim como um grande sentimento de esperança conforme a história avança. É quase como se estivéssemos presentes a viver tudo o que as personagens vivem. Por este motivo, simples e directo, é uma obra para não se perder de maneira nenhuma.
A Passagem é um livro que nos faz sentir algo a mais, e não há preço para uma leitura assim. – Priscila Catalão Cardozo
Basicamente, A Passagem está dividida em duas partes centrais: o antes e o depois do vírus. O tempo da obra é passado alguns anos à nossa frente, o que nos permite perceber um mundo ainda mais complicado e cheio de problemas que o nosso actual. Neste contexto, Justin Cronin começa por explorar a temática do poder do exército e de como esta instituição está pronta para alcançar os seus objectivos, sem nem ao menos importar-se verdadeiramente com as consequências.
Um vírus, parte vampírico e parte monstruoso, é então desenvolvido para transformar pessoas comuns em poderosas máquinas de guerra. Um facto que acaba por se mostrar erróneo e que gera consequências catastróficas para os EUA. Depois que há, nesta primeira parte, uma exposição dos momentos finais da humanidade antes que os conhecidos “virais” tomem conta dos territórios ao espalhar o terror e a morte.
A segunda parte nos induz um pouco de esperança, ao desenvolver as vidas e as escolhas de um punhado de pessoas corajosas, cuja única esperança de salvação reside numa pequena menina e na liderança de um alma valente.
Esta segunda parte mostra como os humanos acabaram por se reorganizar em pequenas comunidades, onde os recursos são escassos e as luzes nocturnas são a única forma de protecção contra um inimigo poderoso e mortal. Poucos são os humanos sobreviventes, por isso eles lutam até o fim para sobreviverem num mundo mergulhado no caos.
Apesar da narrativa da obra ser de primeira qualidade, talvez este tema esteja um pouco batido. Mesmo antes, já existiram outras obras sobre um vírus mortal capaz de transformar algumas pessoas em criaturas sobre-humanas, enquanto a outra grande parte simplesmente morre sob as garras da morte criada pelo homem. Para aqueles que gostam de cinema, talvez o início da construção da história nos faça lembrar um pouco do filme Eu sou a Lenda ou mesmo outros.
Porém, apesar de algumas semelhanças com outras obras do género, nada disso tira o brilho de A Passagem. É uma excelente história que é contada para nos fazer sentir como se fôssemos mesmo parte de algo inimaginável. O leitor acabará por sentir ódio dos homens do exército, assim como um grande sentimento de esperança conforme a história avança. É quase como se estivéssemos presentes a viver tudo o que as personagens vivem. Por este motivo, simples e directo, é uma obra para não se perder de maneira nenhuma.
A Passagem é um livro que nos faz sentir algo a mais, e não há preço para uma leitura assim. – Priscila Catalão Cardozo
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24.10.11
Estaleiro: Masterclasses com Richard Raskin e Ken Dancyger

ENTRADA LIVRE
Duas masterclasses integradas na programação do Campus, do projecto Estaleiro, um evento anual da Curtas Metragens CRL.
O conjunto de masterclasses e workshops internacionais inicia-se já no próximo dia 4 de Novembro, com a presença do conceituado professor Richard Raskin, que irá falar sobre story design para curtas-metragens. É uma óptima oportunidade para melhorar conhecimentos sobre estrutura narrativa e conceitos importantes sobre a realização de curtas-metragens. Esta sessão decorre na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.
Para além da masterclass, aberta ao público, no mesmo dia, da parte da tarde, no Teatro Municipal de Vila do Conde, Raskin fará uma sessão de pitching com seis projectos de argumento para curta-metragem de ficção. Cada projecto terá 30 minutos: depois do pitching da proposta e Raskin fará comentários à forma como a curta-metragem desenvolve a sua narrativa. Será uma excelente oportunidade para jovens argumentistas e/ou realizadores testarem os seus projectos e melhorarem a sua estrutura narrativa.
Richard Raskin é, entre outros, autor do importante livro The Art of Short Fiction Film e professor da Aarhus University, na Dinamarca.
Durante o mês de Novembro estão já previstas mais duas actividades: um workshops sobre escrita de argumento com Ken Dancyger, um reputado professor da New York University; e uma masterclasse de realização com João Canijo (final de Novembro, em data a anunciar).
Nos dias 18 a 20 de Novembro, a masterclass será orientada por Ken Dancyger, sob a forma de um workshop de escrita de argumento. Dancyger é autor de livros como Writing the Short Film e Alternative Screenwriting. É professor da Tisch School of Arts da New York University.
O CAMPUS é um programa de educação, formação e profissionalização na área do cinema e audiovisual e é dirigida a estudantes do Ensino Superior. Inclui produção de filmes e um conjunto de acções formativas (workshops e masterclasses) com formadores internacionais.
Mais informações em Estaleiro
NOTA: Os textos são da autoria de Curtas Metragens CRL
O conjunto de masterclasses e workshops internacionais inicia-se já no próximo dia 4 de Novembro, com a presença do conceituado professor Richard Raskin, que irá falar sobre story design para curtas-metragens. É uma óptima oportunidade para melhorar conhecimentos sobre estrutura narrativa e conceitos importantes sobre a realização de curtas-metragens. Esta sessão decorre na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.
Para além da masterclass, aberta ao público, no mesmo dia, da parte da tarde, no Teatro Municipal de Vila do Conde, Raskin fará uma sessão de pitching com seis projectos de argumento para curta-metragem de ficção. Cada projecto terá 30 minutos: depois do pitching da proposta e Raskin fará comentários à forma como a curta-metragem desenvolve a sua narrativa. Será uma excelente oportunidade para jovens argumentistas e/ou realizadores testarem os seus projectos e melhorarem a sua estrutura narrativa.
Richard Raskin é, entre outros, autor do importante livro The Art of Short Fiction Film e professor da Aarhus University, na Dinamarca.
Durante o mês de Novembro estão já previstas mais duas actividades: um workshops sobre escrita de argumento com Ken Dancyger, um reputado professor da New York University; e uma masterclasse de realização com João Canijo (final de Novembro, em data a anunciar).
Nos dias 18 a 20 de Novembro, a masterclass será orientada por Ken Dancyger, sob a forma de um workshop de escrita de argumento. Dancyger é autor de livros como Writing the Short Film e Alternative Screenwriting. É professor da Tisch School of Arts da New York University.
O CAMPUS é um programa de educação, formação e profissionalização na área do cinema e audiovisual e é dirigida a estudantes do Ensino Superior. Inclui produção de filmes e um conjunto de acções formativas (workshops e masterclasses) com formadores internacionais.
Mais informações em Estaleiro
NOTA: Os textos são da autoria de Curtas Metragens CRL
Roar Uthaug prepara novo filme
Para muitos, o nome de Roar Uthaug pode ser desconhecido. Uthaug foi o realizador responsável pelo filme Fritt Vilt (Cold Prey) e por colocar o cinema de terror norueguês no centro das atenções. Agora, juntamente com a Fante Film, com quem dirigiu Fritt Vilt, vai realizar Flukt (Escape).A acção tem lugar na Noruega remota em 1300, e o país começa a sentir as consequências da peste negra. Ingrid Bolsø Berdal, que participou em Fritt Vilt, lidera um grupo de bandidos, que tenta sobreviver nas montanhas.
A estreia está prevista para Outubro de 2012. – Rui Baptista
Crítica: Espíritos de Gelo

Autor: Raphael Draccon
Editora: Gailivro (2011)
“Se fosse não se lembrar do que aconteceu nas últimas horas, nós faremos com que sofra ainda mais, como se estivesse em um dos nove círculos do Inferno…
Foi o que eles disseram antes do terceiro eletrochoque
Essa nem foi uma das piores partes”
A Gailivro começou uma coleção inspirada em Lendas Urbanas, com o objetivo de divulgar autores portugueses, através de histórias que estão profundamente inseridas na nossa sociedade moderna, muitas vezes tidas como verdadeiras.
Raphael Draccon foi convidado a participar com uma obra. O autor brasileiro apresentou Espíritos de Gelo, que revela a história de um homem que acorda num sítio desconhecido, amarrado a uma cadeira e com uma costura no lugar dos rins. Para piorar a situação, à sua frente estão três figuras assustadoras que querem desvendar o passado do protagonista através de técnicas atrozes. Vítima de tortura, o jovem começa a recordar o seu passado, e, lentamente, percebe os motivos que o levaram a chegar àquela difícil situação.
O leitor reconhece com facilidade a lenda urbana do homem que acordou numa banheira cheia de gelo e sem um rim, depois de uma noite da qual não consegue recordar. Draccon explora ainda outros temas, como as sociedades secretas que buscam o prazer, a dicotomia entre Deus e Satanás e o valor da traição.
Narrada na primeira pessoa, a trama revela-se envolvente, apesar de o arranque inicial não o sugerir. A história dá saltos entre a situação em que o protagonista se encontra e entre a sua história. No leitor, cresce o desejo de perceber o que aconteceu, assim como, ao mesmo tempo, reflete sobre as ações do jovem bon vivant que se encontra sob tortura.
A maior falha desta edição poderá ser a falta de um trabalho de tradução. O livro está escrito segundo o português do Brasil, o que faz com que surjam certos conceitos e até mesmo expressões que podem não ser compreendidas na totalidade ou até gerar algum desagrado ao leitor.
No geral, esta é uma obra interessante, que prende e mantém o suspense. O final revela-se bastante apropriado e satisfatório.
Apesar de existir apenas mais um volume nesta coleção, Senhora Vingança, de Fernando Ribeiro (ler crítica), fica a vontade de saber como outros autores poderiam explorar o tema da lenda urbana. Fica a vontade de que continue a existir uma aposta nesta coleção. - Cláudia Sérgio
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Foi o que eles disseram antes do terceiro eletrochoque
Essa nem foi uma das piores partes”
A Gailivro começou uma coleção inspirada em Lendas Urbanas, com o objetivo de divulgar autores portugueses, através de histórias que estão profundamente inseridas na nossa sociedade moderna, muitas vezes tidas como verdadeiras.
Raphael Draccon foi convidado a participar com uma obra. O autor brasileiro apresentou Espíritos de Gelo, que revela a história de um homem que acorda num sítio desconhecido, amarrado a uma cadeira e com uma costura no lugar dos rins. Para piorar a situação, à sua frente estão três figuras assustadoras que querem desvendar o passado do protagonista através de técnicas atrozes. Vítima de tortura, o jovem começa a recordar o seu passado, e, lentamente, percebe os motivos que o levaram a chegar àquela difícil situação.
O leitor reconhece com facilidade a lenda urbana do homem que acordou numa banheira cheia de gelo e sem um rim, depois de uma noite da qual não consegue recordar. Draccon explora ainda outros temas, como as sociedades secretas que buscam o prazer, a dicotomia entre Deus e Satanás e o valor da traição.
Narrada na primeira pessoa, a trama revela-se envolvente, apesar de o arranque inicial não o sugerir. A história dá saltos entre a situação em que o protagonista se encontra e entre a sua história. No leitor, cresce o desejo de perceber o que aconteceu, assim como, ao mesmo tempo, reflete sobre as ações do jovem bon vivant que se encontra sob tortura.
A maior falha desta edição poderá ser a falta de um trabalho de tradução. O livro está escrito segundo o português do Brasil, o que faz com que surjam certos conceitos e até mesmo expressões que podem não ser compreendidas na totalidade ou até gerar algum desagrado ao leitor.
No geral, esta é uma obra interessante, que prende e mantém o suspense. O final revela-se bastante apropriado e satisfatório.
Apesar de existir apenas mais um volume nesta coleção, Senhora Vingança, de Fernando Ribeiro (ler crítica), fica a vontade de saber como outros autores poderiam explorar o tema da lenda urbana. Fica a vontade de que continue a existir uma aposta nesta coleção. - Cláudia Sérgio
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22.10.11
Festa Mundial da Animação 2011
Decorre da celebração do Dia Internacional da Animação, em memória de uma noite distante, a 28 de Outubro de 1892, em que se iluminava pela primeira vez em público o Teatro Óptico de Emile Reynaud.
Em Portugal, a Casa da Animação organiza esta iniciativa e o evento difunde-se por todo o país, sendo sustentado por uma rede de agentes culturais que acolhem e apoiam a iniciativa.
A Festa vai decorrer em mais de 25 cidades Portuguesas e o Cinema de Animação Português circulará por inúmeras cidades do Brasil, Polónia, EUA, Hungria, Bulgária, Coreia do Sul, Alemanha, Egipto, Japão, Croácia, Índia.
No Porto a Festa Mundial da Animação será celebrada no cinema Passos Manuel e Museu Nacional Soares dos Reis, parceiros da Casa da Animação na promoção desta iniciativa.
Programa da Festa Mundial no Porto
Via Casa da Animação
Tintin em Lisboa
Entre os dias 24 de Outubro a 5 de Novembro, as Galerias Saldanha Residence, em Lisboa, vão acolher uma exposição dedicada á personagem crida por Hergé.Pode-se ler no blog da revista Os Meus Livros, que “as aventuras de Tintin vão ser revividas através de uma exposição de peças diversificadas de coleccionadores que integram o universo deste personagem, desde as primeiras pranchas, a livros, edições especiais, carros, figuras, cartas, colecções em cerâmica, miniaturas, entre outros objectos.”
A exposição está patente ao público entre as 10h00 e as 23h00
No dia 29, vai ter lugar no Saldanha Residence, uma Tarde Cultural onde irá decorrer uma tertúlia conduzida por diversos especialistas. - Rui Baptista
Fonte: Os Meus Livros
Trailers: The Woman in Black

James Watkins
Reino Unido, Canadá
Site oficial
IMDb
Para muitos, Daniel Radcliffe será sempre conhecido como o jovem Harry Potter. Contudo, Radcliffe não se prende a uma única personagem e agora interpreta um jovem advogado que terá de lidar com um fantasma vingativo.
Baseado no romance homónimo de Susan Hill, a realização esteve a cargo de James Watkins, que dirigiu em 2008, o excelente Eden Lake (O Lago Perfeito). – Rui Baptista
Baseado no romance homónimo de Susan Hill, a realização esteve a cargo de James Watkins, que dirigiu em 2008, o excelente Eden Lake (O Lago Perfeito). – Rui Baptista
Trailers: Chronicle
Trailers: Six Degrees of Separation from Lilia Cuntapay

Antoinette Jadone
Quem foi Lilia Cuntapay? Talvez um dos rostos mais vistos no cinema filipino de terror. Um rosto que provoca sustos há cerca de 30 anos… Antoinette Jadone dá-nos oportunidade de conhecer esta actriz através do seu documentário.
21.10.11
George Martin regressa a Portugal

17 a 22 de Abril de 2012, é a data prevista para visita do escritor ao nosso país. Igualmente prevista é a sua passagem pelas cidades de Lisboa e Porto, onde deverão ter lugar apresentações e sessões de autógrafos dos seus livros.George R. R. Martin, escritor norte-americano, é responsável por uma das séries de fantasia que mais sucesso tem feito nos últimos anos, As Crónicas de Gelo e Fogo (Game of Thrones), publicada pela Saída de Emergência.
De lembrar ainda que Game of Thrones foi adaptado para televisão. Em Portugal, está a ser exibido no canal Syfy. - Rui Baptista
18.10.11
Crítica: O Medo do Homem Sábio – parte 1 (Crónica do Regicida: Dia Dois)

Título original: The Wise Man's Fear (The Kingkiller Chronicle) (2011)
Autor: Patrick Rothfuss
Tradutor: Renato Carreira
Editora: ASA (2011)
“Há três coisas de que todos os homens sábios devem ter medo. Do mar de tempestade, de uma noite sem lua e da fúria de um homem gentil”
Patrick Rothfuss alcançou o sucesso com a publicação do primeiro volume das Crónicas do Regicida, O Nome do Vento (ler crítica). Foram muitos os leitores que ficaram logo cativados e que aguardaram a chegada do segundo livro. O Medo do Homem Sábio chega a Portugal, através da 1001 Mundos, dividido em duas partes, publicadas entre setembro e novembro.
Depois dos acontecimentos passados no primeiro volume, a primeira parte de O Medo do Homem Sábio, o leitor toma conhecimento do testemunho de Kvothe no segundo dia de relato da sua história de vida ao Cronista. Desta forma, é possível continuar a conhecer as dificuldades vividas na Universidade, novos sucessos alcançados, assim como uma proposta irrecusável que o vai levar a viajar para Vintas, onde novas aventuras e desafios o aguardam.
É difícil não gostar do herói de Rothfuss. Kvothe é um jovem com um passado drástico que conseguiu vencer a miséria através do seu intelecto e das suas capacidades de sobrevivência. Um rapaz incomum, proveniente de um grupo tido por muitos como maldito, que conseguiu surpreender os grandes Mestre da Universidade em tenra idade, dotado de uma grande sensibilidade para a música e capaz de se envolver em trabalho árduo com o objetivo de conseguir possuir umas meras moedas na sua bolsa. Mas este herói dúbio encontra-se numa demanda maior do que aparenta: procura os Chandrian, responsáveis pela morte dos seus pais.
Mas Kvothe não está sozinho neste mundo. O herói é acompanhado por personagens secundárias dotadas de personalidades características, tais como a misteriosa e sedutora Denna, o cruel e preconceituoso Ambrose, o amistoso e mulherengo Wilem, o ingénuo e inteligente Simon, o brilhante e excêntrico Mestre Elodin, a perigosa e talentosa Devi e o majestoso e enfermo Maer Alveron.
Patrick Rothfuss mostra que, mesmo com determinação e uma capacidade intelectual superior à média, o seu protagonista entre em situações cada vez mais complexas e perigosas. O estatuto não o livra de alguns perigos, como anteriormente pensava, e essa ingenuidade vai sendo perdida ao longo da trama. Kvothe cresce e amadurece até se tornar o humilde e discreto dono de uma estalagem de uma pequena aldeia, e o leitor quer saber como isso aconteceu e o que vem a seguir.
O autor explora também a força dos boatos e das lendas. Assim, meras histórias que são contadas por via da oralidade vão ganhando força e contornos característicos das grandes narrativas, o que faz com que certa pessoa seja imortalizada, mas nem sempre pelos motivos certos ou verdadeiros, mas sim pelas invenções provenientes dos desejos do colectivo.
Apesar de ser um livro de grande volume, as páginas são viradas a um ritmo célere, muito graças à capacidade da história prender, através das suas personagens com personalidades bem desenvolvidas, das suas descrições pouco alongadas mas eficazes e do seu cuidado encadeamento de acontecimentos. O leitor não fica cansado, e quer saber mais.
Fica a sensação de a história ser interrompida a meio, de forma brusca, afinal, trata-se apenas de uma parte de uma obra. Contudo, a decisão da editora de publicar as duas partes num curto espaço de tempo fazem com que a espera não seja tão difícil.
Os leitores que ficaram conquistados com O Nome do Vento vão, com certeza, continuar a apreciar acompanhar a história de vida deste herói improvável, mas dotado de características inconfundíveis. Patrick Rothfuss não desiludiu. Resta agora saber quanto mais tempo nos fará aguardar pelo próximo livro destas crónicas, The Doors of Stone. – Cláudia Sérgio
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Patrick Rothfuss alcançou o sucesso com a publicação do primeiro volume das Crónicas do Regicida, O Nome do Vento (ler crítica). Foram muitos os leitores que ficaram logo cativados e que aguardaram a chegada do segundo livro. O Medo do Homem Sábio chega a Portugal, através da 1001 Mundos, dividido em duas partes, publicadas entre setembro e novembro.
Depois dos acontecimentos passados no primeiro volume, a primeira parte de O Medo do Homem Sábio, o leitor toma conhecimento do testemunho de Kvothe no segundo dia de relato da sua história de vida ao Cronista. Desta forma, é possível continuar a conhecer as dificuldades vividas na Universidade, novos sucessos alcançados, assim como uma proposta irrecusável que o vai levar a viajar para Vintas, onde novas aventuras e desafios o aguardam.
É difícil não gostar do herói de Rothfuss. Kvothe é um jovem com um passado drástico que conseguiu vencer a miséria através do seu intelecto e das suas capacidades de sobrevivência. Um rapaz incomum, proveniente de um grupo tido por muitos como maldito, que conseguiu surpreender os grandes Mestre da Universidade em tenra idade, dotado de uma grande sensibilidade para a música e capaz de se envolver em trabalho árduo com o objetivo de conseguir possuir umas meras moedas na sua bolsa. Mas este herói dúbio encontra-se numa demanda maior do que aparenta: procura os Chandrian, responsáveis pela morte dos seus pais.
Mas Kvothe não está sozinho neste mundo. O herói é acompanhado por personagens secundárias dotadas de personalidades características, tais como a misteriosa e sedutora Denna, o cruel e preconceituoso Ambrose, o amistoso e mulherengo Wilem, o ingénuo e inteligente Simon, o brilhante e excêntrico Mestre Elodin, a perigosa e talentosa Devi e o majestoso e enfermo Maer Alveron.
Patrick Rothfuss mostra que, mesmo com determinação e uma capacidade intelectual superior à média, o seu protagonista entre em situações cada vez mais complexas e perigosas. O estatuto não o livra de alguns perigos, como anteriormente pensava, e essa ingenuidade vai sendo perdida ao longo da trama. Kvothe cresce e amadurece até se tornar o humilde e discreto dono de uma estalagem de uma pequena aldeia, e o leitor quer saber como isso aconteceu e o que vem a seguir.
O autor explora também a força dos boatos e das lendas. Assim, meras histórias que são contadas por via da oralidade vão ganhando força e contornos característicos das grandes narrativas, o que faz com que certa pessoa seja imortalizada, mas nem sempre pelos motivos certos ou verdadeiros, mas sim pelas invenções provenientes dos desejos do colectivo.
Apesar de ser um livro de grande volume, as páginas são viradas a um ritmo célere, muito graças à capacidade da história prender, através das suas personagens com personalidades bem desenvolvidas, das suas descrições pouco alongadas mas eficazes e do seu cuidado encadeamento de acontecimentos. O leitor não fica cansado, e quer saber mais.
Fica a sensação de a história ser interrompida a meio, de forma brusca, afinal, trata-se apenas de uma parte de uma obra. Contudo, a decisão da editora de publicar as duas partes num curto espaço de tempo fazem com que a espera não seja tão difícil.
Os leitores que ficaram conquistados com O Nome do Vento vão, com certeza, continuar a apreciar acompanhar a história de vida deste herói improvável, mas dotado de características inconfundíveis. Patrick Rothfuss não desiludiu. Resta agora saber quanto mais tempo nos fará aguardar pelo próximo livro destas crónicas, The Doors of Stone. – Cláudia Sérgio
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15.10.11
Stephen King e Joe Hill juntos na IDW
Throtle, novela escrita por King e Hill, para a antologia He is Legend: Celebrating Richard Matheson (ver aqui), vai ser adaptada para banda desenhada. Os dois autores irão também escrever a adaptação do conto de Matheson, Duel, no qual Throtle foi inspirado.Throtle conta a história de um gang de motards que é perseguido por um grande camião…
Nelson Daniel (The Cape) e Zach Howard (Aliens: More Than Human) serão os responsáveis pelas ilustrações de Throtle, e Ashley Wood (Mystery Society) e Rafa Garres, pelas ilustrações de Duel.
Tony Harris (Ex Machina) vai contribuir com duas capas especiais, nas quais coloca Joe Hill (Locke & & Key) e Stephen King de mota.
Ambas as adaptações vão ser publicadas pela IDW Publishing em dois números. Road Rage: Throtle tem o lançamento previsto para Fevereiro e Março, e Road Rage: Duel em Abril e Maio. – Rui Baptista
Fonte: Newsarama
Curtas-metragens: The Adventures of Tintin
The Adventures of Tintin from James Curran on Vimeo.
Não é o genérico do filme de Steven Spielberg, mas podia bem ser. A autoria é de James Curran.14.10.11
13.10.11
Dog Mendonça e Pizzaboy regressam à Dark Horse

Depois de terem participado na revista Dark Horse Presents – números 4 e 5 onde contam a “incrível” origem de Dog Mendonça –, Filipe Melo e Juan Cavia foram convidados a escreverem uma nova história,
Melo e Cavia vão partilhar as páginas da revista número 7 com nomes como os de Mike Mignola, que apresenta uma nova história de Hellboy, e Ricardo Delgado e Andi Watson com novas histórias de Age of Reptiles e Skeleton Key respectivamente, entre outros.
Dark Horse Presents #7 estará nas livrarias a partir de 21 de Dezembro.
De lembrar ainda que no festival Amadora BD (21 de Outubro – 6 de Novembro) vai ser lançado o segundo volume d’As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy. E dia 9 de Novembro, os autores estarão em Coimbra para uma sessão de autógrafos na Livraria Dr. Kartoon pelas 18h30. – Rui Baptista
Melo e Cavia vão partilhar as páginas da revista número 7 com nomes como os de Mike Mignola, que apresenta uma nova história de Hellboy, e Ricardo Delgado e Andi Watson com novas histórias de Age of Reptiles e Skeleton Key respectivamente, entre outros.
Dark Horse Presents #7 estará nas livrarias a partir de 21 de Dezembro.
De lembrar ainda que no festival Amadora BD (21 de Outubro – 6 de Novembro) vai ser lançado o segundo volume d’As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy. E dia 9 de Novembro, os autores estarão em Coimbra para uma sessão de autógrafos na Livraria Dr. Kartoon pelas 18h30. – Rui Baptista12.10.11
Pequenos prazeres: Um zombie nunca anda sozinho…
Com o Halloween a aproximar-se, decidimos espreitar o site ThinkGeek a ver o que encontrávamos para oferecer a nós mesmos… Ficámo-nos pelos zombies:


Pantufas zombies? Bom, agora já podem ter um par de zombies, as cabeças pelo menos, a mastigarem os pés enquanto passeiam confortavelmente por casa. (ver aqui)
Sempre me questionei sobre o que aconteceria aos cérebros que os zombies comem. Agora sei. Transformam-se em deliciosas bolachas de chocolate (ou o que quisermos meter neste divertido frasco de bolachas). (ver aqui)
Um macaquinho zombie de peluche? Que adorável que ele é. Será que morde como os outros? (ver aqui)
E a terminar um guia para aprender a falar a linguagem dos zombies. Tem sons para uma melhor pronúncia. (ver aqui)Rui Baptista
Inauguração da exposição de banda desenhada "O Pequeno Deus Cego"
Terça-feira, dia 1 de Novembro, a partir das 15 horas, a livraria Kingpin Books (Rua Quirino da Fonseca, 16-B, Lisboa), acolhe uma exposição de originais do álbum de banda desenhada O Pequeno Deus Cego. Trabalho escrito por David Soares e desenhado por Pedro Serpa. Ambos os autores estarão presentes para autografarem exemplares.“Consistindo numa alegoria passada no período da China "feudal", O Pequeno Deus Cego conta a história de Sem-Olhos, uma criança que poderá ou não ser um pequeno deus sobre a terra. Ao mesmo tempo que a mãe submete Sem-Olhos à violência das tradições locais, duas presenças misteriosas vão ajudá-la a descobrir a sua verdadeira origem.”
11.10.11
Trailers: The Avengers


Joss Whedon
Estados Unidos
Site oficial
IMDb
Aí está, o tão aguardado trailer daquele que é provavelmente uma dos filmes mais aguardados de 2012.
O elenco é no mínimo fantástico: Scarlett Johansson (Natasha Romanoff/Black Widow), Chris Evans (Steve Rogers/Captain America), Chris Hemsworth (Thor), Jeremy Renner (Clint Barton/Hawkeye), Robert Downey Jr. (Tony Stark/Iron Man), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Tom Hiddleston (Loki).
O elenco é no mínimo fantástico: Scarlett Johansson (Natasha Romanoff/Black Widow), Chris Evans (Steve Rogers/Captain America), Chris Hemsworth (Thor), Jeremy Renner (Clint Barton/Hawkeye), Robert Downey Jr. (Tony Stark/Iron Man), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Tom Hiddleston (Loki).
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