
Realização: Marcos Efron
Argumento: Jennifer Derwingson, Marcos Efron
Ano: 2010 (Estados Unido, Argentina, França)
Site oficial
IMDb
Duas jovens norte americanas encontram-se a fazer uma viagem pela Argentina. Apesar correr tudo com a devida normalidade, uma das jovens desaparece obrigando a que a amiga empreenda uma busca incessante perante a passividade e mesmo, desinteresse das autoridades locais.
A grande maioria dos remakes sempre teve como principal justificação de sua existência, a falta de ideias e a aposta no lucro fácil, embora isto raramente seja admitido em público. As justificações “oficiais” centram-se mais na “americanização” dos filmes, uma vez que muito poucas obras conseguem chegar aos Estados Unidos e a actualização dos filmes para as novas gerações.
Atendendo a estas razões, é difícil perceber o porquê deste remake. Não apresenta qualquer actualização em relação ao filme de Robert Fuest de 1970, e o próprio tema em si, o rapto de turistas, tem sido mais que explorado nos últimos anos ou mesmo décadas.
Alguém terá então pensado que Marcos Efron conseguiria fazer melhor que o seu antecessor. Não conseguiu.
Apesar de a nível técnico, o filme até estar bastante razoável, na primeira metade mais não acontece que duas amigas a divertirem-se numa Argentina rural. E quando uma delas desaparece, demora muito tempo até que a angústia e sensação de impotência se abata sobre a outra amiga. A partir daqui, o realizador encadeia uma série de acontecimentos de forma demasiado previsível e envoltos de clichés.
Assim, este remake não traz nada de novo ou mesmo relevante. O original é bem mais interessante. – Rui Baptista
A grande maioria dos remakes sempre teve como principal justificação de sua existência, a falta de ideias e a aposta no lucro fácil, embora isto raramente seja admitido em público. As justificações “oficiais” centram-se mais na “americanização” dos filmes, uma vez que muito poucas obras conseguem chegar aos Estados Unidos e a actualização dos filmes para as novas gerações.
Atendendo a estas razões, é difícil perceber o porquê deste remake. Não apresenta qualquer actualização em relação ao filme de Robert Fuest de 1970, e o próprio tema em si, o rapto de turistas, tem sido mais que explorado nos últimos anos ou mesmo décadas.
Alguém terá então pensado que Marcos Efron conseguiria fazer melhor que o seu antecessor. Não conseguiu.
Apesar de a nível técnico, o filme até estar bastante razoável, na primeira metade mais não acontece que duas amigas a divertirem-se numa Argentina rural. E quando uma delas desaparece, demora muito tempo até que a angústia e sensação de impotência se abata sobre a outra amiga. A partir daqui, o realizador encadeia uma série de acontecimentos de forma demasiado previsível e envoltos de clichés.
Assim, este remake não traz nada de novo ou mesmo relevante. O original é bem mais interessante. – Rui Baptista
1 comentários:
Concordo com a tua crítica, o filme é uma espécie de vazio do princípio ao fim
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