
Realização: Michael J. Bassett
Argumento: Michael J. Bassett
Ano: 2009 (França, República Checa, Reino Unido)
Site oficial
IMDb
Adaptação um tanto livre das histórias de Robert E. Howard, centra-se em Soloman Kane, um anti-herói à procura de redenção. E apesar de ter renunciado à violência, ele que antes fora um pirata sem escrúpulos, as circunstâncias forçam-no a regressar à figura que fora em tempos…
O argumento, escrito por Michael J. Bassett, o realizador, não é nada que não tenha sido já visto em muitos outros filmes (ou histórias) de fantasia. E se por um lado, evita muitos clichés inerentes ao género, por outro lado, não consegue evitar cair em lugar-comum.
O maior problema é o facto de terem tentado explicar as origens do herói, ignorando quase por completo as histórias de Howard. Tal decisão levou a que muitas situações ao longo do filme fossem desnecessárias.
Outra razão que tem sido apontada por alguns como desculpa para a fraca história, é o baixo orçamento. Não é desculpa. Avatar de James Cameron teve um orçamento muito mais elevado e a história…
Facilmente nos apercebemos das limitações com que Michael J. Bassett teve que lidar. As sequências de acção nunca envolvem muitas personagens e socorrem-se muito através do uso de efeitos gerados por computador. E o mesmo pode ser dito dos ambientes e cenários. Mas apesar de tudo, não estão mal de todo.
Há no entanto, no desenvolvimento de algumas situações, que se desenvolvem demasiado depressa e/ou terminam abruptamente.
Em oposição, a interpretação de James Purefoy (Rome) no papel de Solonon Kane, está bastante bem. Nada de extraordinário, é certo, mas ainda assim, dá uma maior credibilidade à sua personagem. Pete Postlethwaite, Mackenzie Crook e Max von Sydow estão igualmente bem nos seus papeis.
No fim, Solomon Kane cumpre bem com a sua função enquanto filme de entretenimento., Mas para os fãs de fantasia ou de Robert E. Howard, o filme poderá deixar muito a desejar. – Rui Baptista
O argumento, escrito por Michael J. Bassett, o realizador, não é nada que não tenha sido já visto em muitos outros filmes (ou histórias) de fantasia. E se por um lado, evita muitos clichés inerentes ao género, por outro lado, não consegue evitar cair em lugar-comum.
O maior problema é o facto de terem tentado explicar as origens do herói, ignorando quase por completo as histórias de Howard. Tal decisão levou a que muitas situações ao longo do filme fossem desnecessárias.
Outra razão que tem sido apontada por alguns como desculpa para a fraca história, é o baixo orçamento. Não é desculpa. Avatar de James Cameron teve um orçamento muito mais elevado e a história…
Facilmente nos apercebemos das limitações com que Michael J. Bassett teve que lidar. As sequências de acção nunca envolvem muitas personagens e socorrem-se muito através do uso de efeitos gerados por computador. E o mesmo pode ser dito dos ambientes e cenários. Mas apesar de tudo, não estão mal de todo.
Há no entanto, no desenvolvimento de algumas situações, que se desenvolvem demasiado depressa e/ou terminam abruptamente.
Em oposição, a interpretação de James Purefoy (Rome) no papel de Solonon Kane, está bastante bem. Nada de extraordinário, é certo, mas ainda assim, dá uma maior credibilidade à sua personagem. Pete Postlethwaite, Mackenzie Crook e Max von Sydow estão igualmente bem nos seus papeis.
No fim, Solomon Kane cumpre bem com a sua função enquanto filme de entretenimento., Mas para os fãs de fantasia ou de Robert E. Howard, o filme poderá deixar muito a desejar. – Rui Baptista
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