Título original: The UninvitedRealização: Charles e Thomas Guard
Argumento: Craig Rosenberg, Doug Miro
Ano: 2009 (Estados Unidos, Canadá, Alemanha)
Site oficial
IMDb
Fear moves in
Anna (Emily Browning; Darkness Falls) é uma jovem mentalmente perturbada, que regressa novamente a casa depois de perder a mãe num estranho acidente. À sua espera encontra-se o pai (David Strathairn; The Spiderwick Chronicles) e a irmã (Arielle Kebbel; The Grudge 2) Infelizmente a sua recuperação vai ser ameaçada pelas assustadoras visões que vai sofrendo e pela presença da sua nova madrasta (Elisabeth Banks; Zack and Miri Make a Porno).
A história é bastante lugar-comum e pode dizer-se que até é francamente previsível, pelo menos numa primeira análise. No entanto, com a chegada da resolução da trama percebe-se que essa construção do enredo é intencional e que serve apenas para aumentar o impacto da revelação que é feita no final.
Depois da reviravolta do enredo surgir, teria sido mais interessante se tivesse havido uma exploração mais pormenorizada dos motivos e das intenções de alguns personagens.
Elisabeth Banks, que normalmente surge associada a um registo totalmente diferente, mostra de um modo surpreendente as suas capacidades, ao representar a sua personagem estereotipada de madrasta má, um papel que é crucial para estabelecer o ambiente de suspeição e mistério do filme.
A maior parte das cenas assustadoras podem ser facilmente previstas antes de surgirem, raramente apanhando o espectador desprevenido, mas felizmente não deixam de ser assustadoras ou pelo menos inquietantes.
Numa nota final conclui-se que apesar de combinar de um modo inteligente, elementos sobrenaturais com elementos psicológicos, The Uninvited perde alguma substância quando comparado com o original coreano A Tale of Two Sisters, um filme bem mais poderoso no modo como joga com a percepção da realidade. – Francisco Vidal
Anna (Emily Browning; Darkness Falls) é uma jovem mentalmente perturbada, que regressa novamente a casa depois de perder a mãe num estranho acidente. À sua espera encontra-se o pai (David Strathairn; The Spiderwick Chronicles) e a irmã (Arielle Kebbel; The Grudge 2) Infelizmente a sua recuperação vai ser ameaçada pelas assustadoras visões que vai sofrendo e pela presença da sua nova madrasta (Elisabeth Banks; Zack and Miri Make a Porno).
A história é bastante lugar-comum e pode dizer-se que até é francamente previsível, pelo menos numa primeira análise. No entanto, com a chegada da resolução da trama percebe-se que essa construção do enredo é intencional e que serve apenas para aumentar o impacto da revelação que é feita no final.
Depois da reviravolta do enredo surgir, teria sido mais interessante se tivesse havido uma exploração mais pormenorizada dos motivos e das intenções de alguns personagens.
Elisabeth Banks, que normalmente surge associada a um registo totalmente diferente, mostra de um modo surpreendente as suas capacidades, ao representar a sua personagem estereotipada de madrasta má, um papel que é crucial para estabelecer o ambiente de suspeição e mistério do filme.
A maior parte das cenas assustadoras podem ser facilmente previstas antes de surgirem, raramente apanhando o espectador desprevenido, mas felizmente não deixam de ser assustadoras ou pelo menos inquietantes.
Numa nota final conclui-se que apesar de combinar de um modo inteligente, elementos sobrenaturais com elementos psicológicos, The Uninvited perde alguma substância quando comparado com o original coreano A Tale of Two Sisters, um filme bem mais poderoso no modo como joga com a percepção da realidade. – Francisco Vidal
















































