
Título original: La Malédiction de l’Anneau – Les Chants de la Walkyrie
Autor: Édouard Brasey
Tradução: Susana Serrão
Editora: Publicações Europa-América (2009)
Chegou às livrarias no presente mês A Maldição do Anel – Os Cânticos da Valquíria, escrita por Édouard Brasey.
Este livro é como se fosse um compêndio das várias lendas nórdicas que existem. Adoptando algumas alterações, retrata mesmo assim a essência dos mitos que lhe deram origem.
Começa por contar como Odin veio a Midgard uma vez, acompanhado por Loki, e como ai foi amaldiçoado pelo anel dos Nibelungos. O romance conta-nos todos os desastres que advém do facto de Odin ter usado esse anel, e como tudo aquilo em que ele “toca” se torna amaldiçoado e acaba por sofrer um destino trágico.
A história é-nos contada por Brunilde, uma das nove valquírias filhas de Odin com Erda. Ela conta-nos como é que tudo começou, desde que Odin lhe pede para o ajudar a salvar a sua linhagem terrestre até ela ser banida do mundo dos Deuses e dos Homens.
O que mais me fascinou é que enquanto vamos conhecendo a história dos descendentes de Odin e dos de Brunilde vamos, ao mesmo tempo, tomando conhecimento das outras divindades presentes na mitologia Nórdica. Ficamos a saber o que é que deu origem à Terra e muitas outras coisas mais. Ficamos também a conhecer bastante bem Loki, e até ao fim do livro não conseguimos perceber quais são verdadeiramente as intenções deste. Apesar de estarem presentes mais que uma história dentro do mesmo livro, pois ele é uma colecção destas, não se nota nenhuma quebra na acção e as ideias estão muito bem encadeadas.
A escrita é bastante acessível e o romance é muito fácil de ler. É um bom livro para se ir passando o tempo. Achei a ideia de como o livro está estruturado, bastante interessante. E também penso que seja uma boa leitura para quem está interessado em conhecer um pouco mais as lendas ancestrais e as mitologias nórdicas. O livro traz ainda um mapa, o que é bastante útil para que consigamos situar bem a acção no espaço e percebermos como é que se pensava que o mundo era nessa altura.
A única coisa que me fez imensa confusão ao longo de todo o livro foi os erros sistemáticos. Não havia, praticamente, uma página que não fosse possuidora de um erro. Ou troca de sílabas, ou troca de palavras, ou falta de letras… Uma coisa assustadora da qual não estava à espera, e é por isso que faço referência a este facto.
Tirando isso é uma boa aposta e uma leitura agradável. Agora é esperar pelo próximo para saber que outras aventuras a Valquíria nos vai contar enquanto dedilha a sua harpa. – Joana Cardoso.
Este livro é como se fosse um compêndio das várias lendas nórdicas que existem. Adoptando algumas alterações, retrata mesmo assim a essência dos mitos que lhe deram origem.
Começa por contar como Odin veio a Midgard uma vez, acompanhado por Loki, e como ai foi amaldiçoado pelo anel dos Nibelungos. O romance conta-nos todos os desastres que advém do facto de Odin ter usado esse anel, e como tudo aquilo em que ele “toca” se torna amaldiçoado e acaba por sofrer um destino trágico.
A história é-nos contada por Brunilde, uma das nove valquírias filhas de Odin com Erda. Ela conta-nos como é que tudo começou, desde que Odin lhe pede para o ajudar a salvar a sua linhagem terrestre até ela ser banida do mundo dos Deuses e dos Homens.
O que mais me fascinou é que enquanto vamos conhecendo a história dos descendentes de Odin e dos de Brunilde vamos, ao mesmo tempo, tomando conhecimento das outras divindades presentes na mitologia Nórdica. Ficamos a saber o que é que deu origem à Terra e muitas outras coisas mais. Ficamos também a conhecer bastante bem Loki, e até ao fim do livro não conseguimos perceber quais são verdadeiramente as intenções deste. Apesar de estarem presentes mais que uma história dentro do mesmo livro, pois ele é uma colecção destas, não se nota nenhuma quebra na acção e as ideias estão muito bem encadeadas.
A escrita é bastante acessível e o romance é muito fácil de ler. É um bom livro para se ir passando o tempo. Achei a ideia de como o livro está estruturado, bastante interessante. E também penso que seja uma boa leitura para quem está interessado em conhecer um pouco mais as lendas ancestrais e as mitologias nórdicas. O livro traz ainda um mapa, o que é bastante útil para que consigamos situar bem a acção no espaço e percebermos como é que se pensava que o mundo era nessa altura.
A única coisa que me fez imensa confusão ao longo de todo o livro foi os erros sistemáticos. Não havia, praticamente, uma página que não fosse possuidora de um erro. Ou troca de sílabas, ou troca de palavras, ou falta de letras… Uma coisa assustadora da qual não estava à espera, e é por isso que faço referência a este facto.
Tirando isso é uma boa aposta e uma leitura agradável. Agora é esperar pelo próximo para saber que outras aventuras a Valquíria nos vai contar enquanto dedilha a sua harpa. – Joana Cardoso.

1 comentários:
Detesto quando os livros têm imensas gralhas, é horrível! Mas diz-me uma coisa, o livro não é muito maçador? XXX
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