
Título original: Ghostgirl
Autor: Tonya Hurley
Tradução: Rosa Amorim
Editora: Contraponto (2009)
Ghostgirl – A Rapariga Invisível é a primeira obra da americana Tonya Hurley, estando já publicado na sua versão original, a segunda parte desta série, intitulada Ghostgirl: Homecoming.
Charlotte é uma adolescente triste e solitária que se sente à margem do resto dos miúdos do seu liceu e que no fundo só deseja ser popular e aceite. Quando depois de um verão de dieta e sacrifícios decide tentar inverter o sentido da sua vida, tentado conquistar Damen, o rapaz de quem gosta o improvável acontece e ela engasga-se com um ursinho de goma, acabando por morrer. Mas logo descobre que a morte não é fim, e que a sua aventura apenas está prestes a começar…
Logo que vi a notícia da publicação deste livro fiquei com imensa vontade de o ler, não só pela história em si como pela parte estética do livro. A boneca da capa a lembrar um pouco Emily, The Strange deixou-me curioso. E depois de apenas dois dias, envolvido com a história e as suas personagens só posso dizer que a expectativa foi superada.
Ghostgirl é um livro para adolescentes mas pode também ser apreciado por todos os que gostem de reviver um pouco a sua juventude. Tendo um liceu americano como cenário e todo um leque de personagens distintos, desde cheerleaders a emos, que nos agarram com os seus pequenos dramas. A autora fez uso e com bastante perícia da cultura pop americana de uma forma divertida e por vezes satírica, mostrando-nos que a popularidade não é o mais importante mas sim o que está dentro de cada um de nós.
Não posso deixar de voltar a referir que a estética do livro é fantástica, por vezes fazendo-me recordar o imaginário de Tim Burton. Antes de iniciar cada capítulo existe uma frase célebre e uma ilustração e uma página preta onde a autora faz uma análise dos acontecimentos, dando-nos pequenas lições de moral.
Não encontrei grandes pontos negativos, o livro funciona bem dentro do seu género. Apenas gostava que algumas personagens fossem mais desenvolvidas e que o mundo dos mortos fosse um pouco mais explorado.
Ghostgirl é um livro que se lê de toda uma assentada e que acompanhado por um bom CD de rock se pode tornar um divertimento fantástico para passar um dia. Resta-me apenas esperar sinceramente que a Contraponto publique a sua continuação. – Diogo Martins
Charlotte é uma adolescente triste e solitária que se sente à margem do resto dos miúdos do seu liceu e que no fundo só deseja ser popular e aceite. Quando depois de um verão de dieta e sacrifícios decide tentar inverter o sentido da sua vida, tentado conquistar Damen, o rapaz de quem gosta o improvável acontece e ela engasga-se com um ursinho de goma, acabando por morrer. Mas logo descobre que a morte não é fim, e que a sua aventura apenas está prestes a começar…
Logo que vi a notícia da publicação deste livro fiquei com imensa vontade de o ler, não só pela história em si como pela parte estética do livro. A boneca da capa a lembrar um pouco Emily, The Strange deixou-me curioso. E depois de apenas dois dias, envolvido com a história e as suas personagens só posso dizer que a expectativa foi superada.
Ghostgirl é um livro para adolescentes mas pode também ser apreciado por todos os que gostem de reviver um pouco a sua juventude. Tendo um liceu americano como cenário e todo um leque de personagens distintos, desde cheerleaders a emos, que nos agarram com os seus pequenos dramas. A autora fez uso e com bastante perícia da cultura pop americana de uma forma divertida e por vezes satírica, mostrando-nos que a popularidade não é o mais importante mas sim o que está dentro de cada um de nós.
Não posso deixar de voltar a referir que a estética do livro é fantástica, por vezes fazendo-me recordar o imaginário de Tim Burton. Antes de iniciar cada capítulo existe uma frase célebre e uma ilustração e uma página preta onde a autora faz uma análise dos acontecimentos, dando-nos pequenas lições de moral.
Não encontrei grandes pontos negativos, o livro funciona bem dentro do seu género. Apenas gostava que algumas personagens fossem mais desenvolvidas e que o mundo dos mortos fosse um pouco mais explorado.
Ghostgirl é um livro que se lê de toda uma assentada e que acompanhado por um bom CD de rock se pode tornar um divertimento fantástico para passar um dia. Resta-me apenas esperar sinceramente que a Contraponto publique a sua continuação. – Diogo Martins

3 comentários:
Ainda estou a ler este livro, mas estou a gostar mesmo muito. Apesar de dirigido a um público mais jovem, o que mais me cativou foi o humor negro das personagens e o sarcasmo da escritora a cada frase que passa. É realmente uma história engraçada que trata a morte como algo irónico e divertido.
Tal como o Fábio disse o humor negro é cativante! Se gostam de rir e passar um bom bocado leiam o livro! Eu não achei assim tão infantil...Está mais para YoungAdults! XXX
Se faz lembrar o universo estético de Tim Burton, interessa-me.
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